segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Itabuna e o modismo da mobilidade urbana

Itabuna na sua gestão atual vive um processo de Mobilidade Urbana de tal forma que virou um caminho próspero sem retorno. A próximo gestão terá que dá continuidade nas intervenções nas vias urbanas, interligando os bairros com ciclovias e/ou ciclo - faixas e investindo em transporte público (licitação), conciliando com terminais de ônibus em locais estratégicos para desembarcar cerca de 85% dos usuários que deslocam de sua residência sentido centro.

Quando falamos em Mobilidade Urbana automaticamente nos remete a alguns deveres do Poder Executivo:

⇒ O desenvolvimento urbano orientado ao transporte;

⇒ O incentivo a deslocamentos de curta distância;

⇒ Restrições ao uso do automóvel;

⇒ A oferta adequada de transporte público;

⇒ Uma tarifa adequada a demanda e a oferta do transporte público;

⇒ A segurança para circulação de pedestres, ciclistas e pessoas de mobilidade reduzida;

⇒ A segurança no transporte público.

Para tanto deve – se levar em consideração a forma de ocupação urbana em que se destacam:

⇒ O adensamento na proximidade de corredores e estações de transporte público,

⇒ A implantação de estacionamentos para integração com o sistema de transporte público,

⇒ Adequação de calçadas e implantação de vias para ciclistas e faixas de travessias para pedestres.

Enfim, a partir do momento que se investe em Mobilidade Urbana, automaticamente incentivo o uso do transporte público, reduz o uso do automóvel, e consequentemente, diminui os impactos causados por este, tais como:

⇒ A poluição atmosférica e sonora,

⇒ E os tempos perdidos nos congestionamentos.

Jorge Alberto Laurentino Teles

Especialista em Gestão e Legislação de Trânsito

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