terça-feira, 14 de março de 2017

Doente mental ameaça os moradores

No condomínio Residencial Jaçanã, na avenida Manoel Chaves, bairro Jaçanã, em Itabuna, especialmente os do bloco 2, que sofrem por ter que “conviver” com Ednalva Francisca Silva, de aproximadamente 40 anos. Ela mora sozinha, sem nenhum acompanhamento psiquiátrico ou familiar.
A família, segundo a antiga administradora do condomínio, não quer saber dela. Várias ligações foram feitas para os parentes, sem retorno. Com a ausência de parentes, os moradores não têm a quem recorrer. Ela liga som alto, tevê, xinga e ameaça os moradores de morte.

Segundo os moradores, já atacou algumas pessoas, inclusive crianças, com faca e vasos de planta. A mulher, além de ligar os aparelhos eletrônicos em som altíssimo, canta e grita no mesmo “tom”, começando às 5 horas, inclusive nos domingos.

O funcionário público Carlos Anderson diz que ninguém fala com ela, porque está sempre agressiva e dizendo palavras de baixo calão. “É melhor buscar os meios legais, como polícia, Ministério Público e Judiciário. Acho que só eles poderão nos ajudar”.

Ameaças
Recentemente ela ameaçou de morte um idoso de quase 80 anos. Ele está encurralado dentro do próprio apartamento, com medo. No domingo, 6, o ameaçou na presença de outros moradores, quando ele descia as escadas com a esposa. Ao vê-la, ambos voltaram correndo para o apartamento.
O idoso afirma que vive ameaçado e que no dia anterior ela foi até a porta de seu apartamento para intimidá-lo com ameaças. “Essa mulher precisa sair daqui”. A jornalista Neandra Pina confirma o relato dos moradores.

“A situação é insustentável. Não há a menor possibilidade dessa mulher permanecer aqui, ela é uma ameaça constante. Todos vivem com medo, as crianças não podem sair de casa, brincar na área comum. Ninguém tem direito a abrir a porta da própria casa. Até colocar o lixo fora é um desafio”.

No domingo, as ofensas e ameaças foram generalizadas, levando moradores a acionar a Polícia Militar, que chamou o Samu. A doente foi levada ao Hospital de Base, foi medicada, mas voltou em poucas horas. Uma queixa foi registrada na polícia civil por seis moradores. Inf: A Região 

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