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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Criada há 17 anos, lei “ressuscita” dos arquivos e pode “brecar” fiscalização das lotações em Ilhéus

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, tem um duro desafio pela frente: enfrentar a pressão da Cooperativa de Transporte Alternativo, que agora têm um “trunfo” nas mãos. Trata-se de uma lei, criada em 2000, sob o número de 2829, que legaliza o serviço de lotação na cidade. Pelo jeito, apesar de há 17 anos o sistema ter sido implantado pelo então prefeito Jabes Ribeiro, poucos pareciam saber disso.

Segundo a lei, que sustenta alguns pontos a serem regulamentados, o número de veículos que atuam como lotação não deve ser menor que 15% da quantidade de táxis convencionais. Atualmente, são, aproximadamente, 400 taxistas circulando em Ilhéus.

Os donos de lotações têm enfrentado uma intensa fiscalização, que resultou na apreensão, somente na última sexta-feira (23), de três veículos. A ideia das associações, agora de posse da lei, é obrigar o prefeito Mário Alexandre a regulamentar os pontos da matéria, a exemplo dos horários, roteiros e as vistorias das lotações, “freando” assim a fiscalização.

Ao que tudo indica, o assunto ainda vai gerar muito “pano pra manga” e esquentar a discussão entre os donos dos veículos alternativos, taxistas e empresários do transporte coletivo.

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