quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pontalzinho: praça lotada não intimida assassino da quarta vítima do mês de junho

Vítima é identificada
Cápsula de pistola 9 milímetros foi recolhida na cena do crime. Vítima foi executada com um tiro à "queima-roupa"

Noite de quarta-feira (14), véspera de feriado. Praça do Pontalzinho lotada, como de costume. Mas, nem isso intimidou o assassino de um dos consumidores de um bar daquela localidade. “Zé”, como foi identificada a quarta vítima de homicídio do mês de junho, em Itabuna, foi executado com um tiro à “queima-roupa” na região da cabeça.

O criminoso, segundo testemunhas, desceu da moto e se aproximou tranquilamente do homem. Isso aconteceu por volta das 22 horas. Houve pânico e muita correria no local. “Zé” teria acabado de sentar-se na mesa para assistir ao jogo, quando foi surpreendido pelo assassino, que chegou a dar uma volta em torno da praça, provavelmente para confirmar se tinha conseguido alcançar seu “objetivo”.

Várias informações foram repassadas para a polícia ainda na cena do crime, onde foi recolhida uma cápsula de pistola calibre 9 milímetros. Uma delas é a de que a vítima seria novata naquela área e a outra é que ela teria envolvimento com o tráfico de drogas. No entanto, nada foi confirmado.

Tudo ainda não passa de mistério. O caso será investigado. No corpo do homem, várias tatuagens, inclusive de nomes como Luna Galvão e Paulo Gabriel. Vale lembrar que a Praça do Pontalzinho já foi palco de outros tiroteios, que resultaram em mortes.

Atualizadas as 01:41
O jovem morto na noite desta quarta-feira já foi identificado pela equipe do Verdinho, trata-se de José Paulo Lopes Galvão (Zé Paulo), de 21 anos. No dia 13 de janeiro deste ano, Zé Paulo foi preso pela Polícia Militar portando um revólver calibre 38.

Na época, ele disse aos policiais que iria invadir a Pousada Primavera na avenida Amélia Amado e matar a esposa dele.

Antes de seguir para o Complexo Policial, Zé Paulo, foi atendido no Hospital de Base, ferido na mão, ao resistir à prisão. Na delegacia, o homem disse que o desespero tomou conta dele ao saber que estava sendo traído.

Ele confessou que antes de partir para matar a mulher consumiu cocaína, comprada em uma boca de fumo. A arma, segundo Zé Paulo, foi adquirida há alguns meses para "se defender".

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