segunda-feira, 19 de junho de 2017

“Insuficiência de provas”: pastor acusado de mandar matar duas mulheres ganha liberdade

Após ficar um ano e quatro meses preso em Vitória da Conquista, o pastor evangélico, Edmar dos Santos Brito, de 36 anos, foi solto pela Justiça nesta segunda-feira (19). Brito é acusado de matar duas mulheres: Marcilene Oliveira Sampaio, de 38, que era professora e também pastora, e a prima dela, Ana Cristina Sampaio, de 37. As duas foram mortas a pedradas.

O crime, que provocou uma grande repercussão, teve como palco a cidade de Vitória da Conquista, sudoeste do estado. A notícia sobre a liberdade do suspeito foi transmitida pelo repórter da Rádio Difusora, Marcos Soares, que conversou com o advogado Antônio Rosa, defensor do acusado.


O advogado esclareceu que o pastor foi solto por "insuficiência de provas". Ele admitiu que, na ocasião do duplo assassinato, vítima e suspeito chegaram a discutir. No entanto, segundo Antônio Rosa, isto não configura como motivo suficiente para manter o acusado na prisão. O advogado diz acreditar, de fato, na inocência de Edimar. E disse mais: a prisão causou um grande constrangimento ao cliente dele. 

Os homens acusados de matar as mulheres, supostamente a mando de Edimar, foram identificados como  Adriano Silva dos Santos, de 36 anos, e Fábio de Jesus Santos, de 34.

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