sexta-feira, 2 de junho de 2017

Morte de funcionário público em Itajuípe: Pai desmente confissão de menor e diz que filho foi à delegacia pedir proteção

Em contato com o Verdinho, o pai do adolescente de 16 anos, que teve o nome ligado à morte do funcionário público, Alex Bastos, esclareceu que não houve nenhuma confissão por parte do menor, como foi divulgado na imprensa, inclusive por nossa equipe. Como o Verdinho zela pela verdade, acima de tudo, retifica a informação, que foi, erroneamente, ao ar na noite de ontem (1º).

Segundo o homem, o garoto apenas conhecia a vítima. E ontem, quando o menor esteve na delegacia, não foi até lá para se apresentar e sim para pedir proteção à polícia, porque soube dos boatos envolvendo o nome dele como suspeito.  “Eu tenho as cópias do depoimento dele e nada dessas escritas são verdadeiras. Não tem nada contra ele. Não houve confissão. Inclusive, meu filho foi liberado pela Justiça.

O pai do adolescente ainda falou da existência de testemunhas que relataram onde o filho estava no dia em que o funcionário público foi morto. “Ele foi com a avó à delegacia pedir proteção e saiu como culpado. Coletaram exame de DNA e ele está super consciente, diz que é inocente. Meu filho foi agredido, como se fosse culpado. Não pode nem pisar na cidade, não tem provas nenhuma contra ele”, desabafou o homem.

O garoto teria sido agredido quando deixava a delegacia, cercada de manifestantes, que pensavam estar diante do verdadeiro culpado pela morte do funcionário público. O boato que o menor havia se entregado se espalhou rapidamente pela cidade, incitando, consequentemente, a revolta da população, que queria linchar o menino.

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