sábado, 8 de julho de 2017

Segundo o Instituto Oswaldo Cruz risco de febre amarela no país é alto

Meses após o início do surto de febre amarela no Brasil, a doença pode estar perto de voltar a ser transmitidas em centros urbanos após 75 anos. 

Desde 1942, todos os casos da doença relatados no país são da forma silvestre, transmitida de animais para pessoas. O alerta é do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, que liderou um estudo em parceria com o Instituto Pasteur, da França, para chegar a tal conclusão --a pesquisa contou, ainda, com a colaboração do Instituto Evandro Chagas, no Pará. 

A pesquisa mostrou que mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, que são urbanos, têm grande capacidade de transmissão do vírus que circula no Brasil e na África. Os testes foram feitos em laboratórios com mosquitos de Manaus, Goiânia e Rio de Janeiro.

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