terça-feira, 22 de agosto de 2017

Dois de Ouros do Baralho do Crime é preso e outras três cartas são substituídas pela polícia

Um dos procurados do Baralho do Crime da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Adriano Alves Silva, conhecido como “Secão”, foi preso no domingo (20) e será apresentado na manhã desta terça-feira (22), no auditório da Polícia Civil, na Pituba, em Salvador.

O “Dois de Ouros” foi preso no recôncavo baiano, na cidade de Santo Amaro. Ele é procurado por homicídio qualificado e tinha como área de atuação o bairro de São Marcos, em Salvador.

O Baralho do Crime é um instrumento criado pela SSP para estimular a participação popular na captura dos criminosos considerados mais perigosos na Bahia. O baralho está disponível no site do Disque Denúncia. Com a prisão de Adriano, a SSP deve substituí-lo por outro procurado.

Caso o cidadão reconheça algum dos procurados, a denúncia pode ser feita de forma sigilosa pelos números (71) 3235-0000 (capital e Região Metropolitana de Salvador) e 181 (interior do estado).

Atualização do baralho

Três cartas do Baralho foram substituídas pela SSP na segunda-feira (21), com a prisão de dois dos procurados na capital e um dos suspeitos que teve a prisão revogada pela Justiça.

Quem passa a estampar o "Nove de Espadas" é Rodrigo Ferreira do Bonfim, que é procurado por tráfico de drogas e homicídios na região da Cidade Baixa. O principal bairro de atuação dele é a Massaranduba. Rodrigo substitui Danilo de França Souza, preso no dia 13 de julho com documento falso.

O "Dois de Espadas" agora é Moisés Silva dos Santos, procurado por homicídio. Ele substitui Ueslei de Jesus Marques que foi preso por latrocínio, que é o roubo seguido de morte, e tráfico de drogas. Ueslei foi capturado em julho, no bairro de Canabrava.

Outro procurado por homicídio, Jeobson Rocha Cruz, conhecido como "Panela", agora é o "Nove de Copas", com atuação no bairro de Tancredo Neves. Ele entrou no lugar de Ednei Nunes dos Santos, que teve mandado de prisão revogado pela Justiça. A SSP não informou por qual crime Ednei respondia.

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