segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Pesquisadores da UESC desenvolvem biofábrica de moléculas terapêuticas à base de cacau

 

Após ter sido estudado para criação de etanol, cerveja artesanal, e até medicamento contra a Covid-19, o cacau, matéria-prima típica do Sul da Bahia, agora é utilizado como base para a criação de uma biofábrica de moléculas terapêuticas que possuem propriedades para diversos setores industriais. O projeto é de um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), liderado por Akyla Alves, que consiste em selecionar algumas proteínas do fruto, a exemplo da proteína de ligação ao selênio, que, produzidas através da engenharia genética, podem ter alta aplicabilidade comercial devido às suas propriedades terapêuticas. As moléculas produzidas, segundo Akyla, poderão servir de base para remédios e fármacos, entre outros.

“A partir do DNA recombinante, utilizando Escherichia coli como biofábrica, queremos levar soluções para a sociedade, através da nossa empresa Bioativa Biotecnologia LTDA”, afirmou Akyla antes de detalhar como surgiu a inspiração para a criação deste trabalho. “A ideia surgiu ao longo da minha pesquisa de mestrado e doutorado, quando me dediquei a buscar e caracterizar moléculas de cacau de importância biotecnológica. A partir disso, trabalhamos com a tecnologia do DNA recombinante, produzindo proteínas de cacau e realizando testes in vitro contra parasitas. Os resultados obtidos indicaram a boa aplicabilidade dessas moléculas para fins terapêuticos”, disse.

De acordo com a cientista, o diferencial da pesquisa é produzir as moléculas de cacau a partir da tecnologia do DNA recombinante e utilizar bactérias competentes como biofábrica. “Produzir essas moléculas neste sistema garante a produção em larga escala e de forma padronizada, além de substituir modelos de produção baseados na extração de compostos vegetais direto da natureza e de produtos químicos. Atualmente, a biotecnologia associada à indústria farmacêutica tem demonstrado eficácia ao desenvolver novos produtos, visto que essas proteínas de cacau, por terem origem vegetal, podem apresentar menor toxicidade aos seres vivos em relação às drogas químicas utilizadas atualmente”.

REEMERGENTES

O projeto foi aprovado no Programa Centelha, da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), que vai conceder R$ 60 mil em recursos financeiros a cada um dos pesquisadores selecionados, para que possam desenvolver suas pesquisas científicas. “Com o trabalho concluído, esperamos que os futuros fármacos tenham características sustentáveis e racionais. Além disso, poderemos atender a grande demanda atual por moléculas terapêuticas para doenças infecciosas emergentes e reemergentes, e valorizar o patrimônio genético e a biodiversidade vegetal do Sul da Bahia, pois ao utilizar essas técnicas não é necessário devastar nenhuma floresta em busca de proteínas com potencial terapêutico. Por isso, a utilização de uma molécula extraída de plantas de cacau para o tratamento de doenças em humanos proporcionará grande potencial agregado para nossa economia e sociedade, além da competitividade empresarial”.

13 comentários:

  1. Mas enquanto isso os demônios chamado de noias ladrões do próprio bairro Conceição está roubando de tudo nois moradores não aceitamos esses amaldiçoados tirando nosso sossego nus roubando por favor mata essas desgraças de noias e os vagabundos dos traficantes está acoloiados pegando o roubo ta uma vagabundagem só o bairro Conceição.

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    1. Junta os moradores e quebra esses vagabundos no pau!

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  2. Muito Bom, brasileiro é inteligente só falta incentivo.

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  3. Maravilha! UESC mostrando sua capacidade, seu desenvolvimento e valorizando nossa região. Parabéns ao grupo e a Universidade Estadual de Santa Cruz.

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    1. Daqui a pouco os come e dorme da CEPLAC vão se manifestar dizendo que o projeto é deles

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  4. Parabéns a todos os envolvidos na pesquisa e promoção da ciência, mas um cumprimento especial da comunidade do Parque Boa Vista para nossa menina pesquisadora Aline, grande exemplo para os demais jovens.

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  5. Todos sem máscara,aí vem a mídia com sua política barata manipular o povo.

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  6. Merece uma salva de Bufas...

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  7. Se eu foce o presidente do Brasil eu colocaria uma baze de polícia dentro de cada univercidade, nosso presidente quis fazer isso mas esse profeçores maconheiros junto com a milícia aqueda de lula não deicharao

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    1. Graças a Deus que você não é, porque se não estaríamos na "roça".
      Porque com esses atentados a língua portuguesa, você sendo apenas um civil qualquer faz isso, imagina sendo uma réplica exata da turma da canhota, como PT / PC do B/ P Sol..... Estaríamos totalmente perdidos!
      Aproveita, pede ajuda "aos universitários". Como dizia aquela saudosa canção poética: " Para apender a ler e escrever, não tem hora, pode ser de dia, pode ser de noite pode ser agora."

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  8. A CEPLAC sempre foi um abrigo de PARASITAS, PREGUIÇOSOS, APROVEITADORES, XERETAS DOS CORONÉIS DO CACAU, INTRODUTORES DA VASSOURA DE BRUXA NA REGIÃO, mentirosos de plantão, arrogantes que visaram unicamente o bolso, produtores de conhecimento tacanho.
    Alguém se pronuncie e mostre o que a CEPLAC produziu de conhecimento ?
    Eu todos sabem foi que produziu e espalhou foi a miséria para a região, enquanto os funcionários estão vivendo numa boa.

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  9. Mudou a Bahia e o mundo

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  10. Nossa, quanto comentário ignorante. A propósito, a foto foi tirada bem antes da pandemia, já que a uesc está fechada.

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