A Polícia Civil avançou nas apurações sobre o desaparecimento das adolescentes Larissa Ribeiro Ferreira, de 15 anos, Érica Rodrigues dos Santos, também de 15, e Maria Eduarda Santos Flores, de 17 anos, que sumiram no início do mês em Eunápolis, no Extremo Sul da Bahia. As investigações passaram a trabalhar com a hipótese de que o sumiço das jovens esteja diretamente relacionado à atuação de um grupo criminoso com forte presença na região.
Conforme a principal linha de apuração, as três amigas, que mantinham uma relação muito próxima de convivência, já teriam se relacionado no passado com membros da facção. A suspeita é de que integrantes do grupo passaram a acusar as adolescentes de repassar informações sigilosas para uma organização rival. O homem apontado pelas autoridades como o principal suspeito de ordenar a investida contra as jovens estaria escondido no estado do Rio de Janeiro.
O caso começou a se desenhar a partir do registro do desaparecimento de Larissa, vista pela última vez no dia 2 de agosto em uma festa no município. No decorrer do trabalho investigativo, a polícia constatou que Maria Eduarda esteve no mesmo evento e sumiu na mesma data, enquanto Érica desapareceu no dia seguinte, 3 de agosto. Durante as diligências de busca, os agentes prenderam em flagrante um jovem de 20 anos por tráfico de drogas. O rapaz, que mantinha união estável com Érica, chamou a atenção dos policiais por ter sido o único do convívio das vítimas que não comunicou o sumiço às autoridades. A Polícia Civil segue com as buscas e diligências para elucidar o caso e localizar o paradeiro das três adolescentes.







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