quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Cientistas afirmam que janeiro de 2024 foi o mês mais quente já registrado no mundo

Janeiro de 2024 marcou um novo recorde como o janeiro mais quente já registrado, segundo o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S) da União Europeia. Esse foi o mês mais quente desde 1950, superando o anterior recorde de janeiro de 2020. Esse aquecimento contínuo é impulsionado pelas mudanças climáticas, conforme relatado pelo C3S.

O ano de 2023 já havia sido classificado como o mais quente globalmente desde 1850, com as mudanças climáticas e o fenômeno climático El Niño contribuindo para essa tendência. Desde junho, todos os meses têm sido os mais quentes registrados para seus respectivos períodos.

Os cientistas alertam que a redução rápida das emissões de gases de efeito estufa é crucial para conter o aumento das temperaturas globais. Há uma previsão de que 2024 tenha uma chance significativa de ser ainda mais quente que o ano anterior, com 99% de probabilidade de estar entre os cinco anos mais quentes.

Embora o El Niño esteja enfraquecendo e possa mudar para La Niña este ano, as temperaturas médias globais da superfície do mar em janeiro ainda foram as mais altas já registradas para esse mês. Apesar desse aumento, o mundo ainda não ultrapassou a meta estabelecida no Acordo de Paris de 2015 de manter o aquecimento global abaixo de 1,5 grau Celsius em média ao longo de décadas.

3 comentários:

  1. Eu queria entender, pq o Brasil contribuindo com apenas 1,5 % das emissões poluentes do mundo e tendo uma das maiores reservas ambientais e tão criticado nessas conferências do clima.

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    1. É criticado por devastar essas reservas, poluir os rios com mercúrio, liberar agrotóxicos que são proibidos no mundo inteiro, entre outras coisas.

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  2. Os europeus não só devastaran suas florestas e também as florestas dos países por eles colonizados e saqueados. Agora querem transferir a resposabilidade da manutenção das condições de habitabilidade no planeta aos países que ainda detém reservas de florestas naturais, especialmente no continente americano do sul, noltadamente no território que abrange a floresta amazônica. Ora, em vez de gastarem centenas de bilhões de euros em programas espaciais à procura de planetas habitáveis, bem que eles poderiam estar plantando árvores para tentar recompor parte da cobertura vegetal outrora existente, ou não? Ademais, há séculos que o planeta vem sendo devastado pela queima de combustíveis fósseis e pelas ações destrutivas do pior predador e destruidor: O homem. Basta que extinga a utilização do petróleo e gases fósseis, e que se reduza a espécie humana a níveis suportáveis. Logo mais não haverá alimentos e água para todos e muitos perecerã. Aliás, isto já está acontecendo, portanto...

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