O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta segunda-feira, 17, a ata do julgamento em que a Primeira Turma rejeitou os primeiros recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra sua condenação a 27 anos de três meses de prisão em regime inicial fechado por crimes contra a democracia.
A formalidade oficializa o resultado do julgamento, encerrado na sexta (14), em que a Primeira Turma rejeitou por unanimidade os primeiros embargos de declaração, tipo de recurso que visa esclarecer alguma contradição ou omissão na decisão condenatória.
A rejeição aproxima Bolsonaro de uma ordem para que seja preso em regime fechado. O próximo passo é a publicação do acórdão, decisão colegiada que detalha por escrito a rejeição do recurso, com base nos votos dos quatro ministros que participaram do julgamento – o relator, Alexandre de Moraes, além de Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia.
Como os votos são sucintos, com pouca revisão de texto a ser feita, a expectativa é de que a publicação do acórdão que rejeitou o primeiro recurso de Bolsonaro ocorra logo, até terça (18). Com isso, o prazo para novos recursos começaria a contar na quarta (19).
Como há réu preso, os prazos são contados em dias corridos, mesmo em feriado e fim de semana. Contudo, se o último dia cair num sábado ou domingo, o fim do prazo fica adiado para o primeiro dia útil subsequente.
CAMINHOS
A partir da publicação, a defesa de Bolsonaro teria dois caminhos para adiar a prisão: apresentar novos embargos de declaração contra a rejeição dos primeiros; tentar os embargos infringentes, tipo de apelo que se baseia na divergência de algum ministro para tentar reverter a condenação.
No caso de um segundo embargo de declaração, que pode ser apresentado no prazo de cinco dias a partir da publicação do acórdão, é possível que Moraes, como relator, considere o novo recurso “meramente protelatório”. Isto é, sem viabilidade jurídica, sendo apresentado pelos advogados somente para adiar a prisão.
Nessa hipótese, pela contagem de prazos, uma ordem de prisão poderia ser proferida ainda na última semana de novembro.
No caso de embargos infringentes, é possível que o ministro também negue andamento, com base na jurisprudência do Supremo. Desde o julgamento do ex-governador de São Paulo Paulo Maluf, em 2017, que a Corte exige ao menos dois votos divergentes para admitir esse tipo de recurso. No caso de Bolsonaro, há somente uma divergência, do ministro Luiz Fux.
Se os infringentes foram negados, contudo, a defesa pode tentar ainda um agravo, questionando a rejeição do embargo pelo relator. Isso, em tese, poderia adiar eventual prisão, uma vez que o agravo precisaria ser analisado pela Primeira Turma, com consulta à Procuradoria-Geral da República (PGR).
VIABILIDADE
Há pouca expectativa, contudo, de que qualquer desses caminhos possa evitar a prisão de Bolsonaro. Por exemplo, o ministro Luiz Fux, único a votar pela absolvição do ex-presidente, não participa do julgamento de nenhum recurso.
Isso porque em outubro, após ter ficado isolado no voto pela absolvição, o ministro pediu transferência da Primeira para a Segunda Turma do Supremo, em vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Com isso, Fux deixou de participar de qualquer deliberação na Primeira Turma.LOCAL DA PRISÃO
O local em que o ex-presidente deve cumprir pena ainda não foi definido. Uma das possibilidades verificadas pelo Supremo é uma ala especial no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, que é voltada a policiais militares presos e fica segregada dos demais detentos.
Pela jurisprudência do Supremo, por ser ex-presidente Bolsonaro tem direito a ficar em uma sala especial, mesmo que instalada em um presídio de segurança máxima comum. A instalação poderia ser montada também em algum edifício da Polícia Federal ou em uma unidade militar, por exemplo.
A defesa do ex-presidente se prepara, contudo, para pedir para que cumpra pena em casa, por motivos de saúde. Bolsonaro sofre de diferentes males, em especial distúrbios na pele e complicações da facada que levou na barriga durante a campanha presidencial de 2018.
A prisão domiciliar por motivos humanitários está prevista na lei e foi concedida recentemente no caso do ex-presidente Fernando Collor, por exemplo, que ficou preso por uma semana em uma penitenciária de Maceió antes de receber autorização para cumprir pena em casa. Ele é portador de transtornos como o Mal de Parkinson e distúrbios de humor.
Bolsonaro já se encontra, há mais de cem dias, em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica. A medida está relacionada a outra investigação, sobre uma suposta participação do ex-presidente numa tentativa de obstruir o andamento da ação penal do golpe. (Agência Brasil)







Se tivesse roubado, hoje seria presidente
ResponderExcluirSEM MIMIMI, VAI FICAR CHORANDO ATÉ QDO?! KKK
ExcluirAs viúvas do verme vão ficar chorando. Que peninha!
ExcluirEsse é um corno inútil... e quem o defende é mais corno e mais inútil ainda!!
ResponderExcluirREBANHO DE FILHO DA PUTA
Melhor ser corno do quer marginal, assassino e ladrão, é o que são muitos petistas.
ExcluirVc deve ser filho(a) de presidiários...recebedor de auxílios...tem o partido que merece!
ExcluirCom essa gangue do PT no poder nosso Brasil tá fundido
ExcluirConcordo com o corno inútil,mas vc ver um bandido condenado recondenado está dirigindo uma nação é de doer,puta que pariu.,
ResponderExcluirVC CORNO TBM KKK
ExcluirE quebrando o país 😏 pra nós pagar a conta 😡🥹
ExcluirConcordo 09:45, agora fica muito comendo ovos por cima e por baixo e arrotando PICAnha, toma fi da PesTe.
ResponderExcluirESTÁ DEMORANDO!
ResponderExcluirPAPU7DA JÁ PRA ESSE CANALHA
ResponderExcluirNão precisa ser de direita ou esquerda para entender a farça desse processo, basta ser inteligente.
ResponderExcluirJulgamento de um Juiz que quer mandar em tudo. Por que ainda fazem a gente sair de casa pra votar? Ta estampado na cara que moraes manda no Brasil, e vem.perseguindo bolsonaro, interferindo no seu governo o tempo todo.
ResponderExcluirSururu vai tomar Buerarema
ResponderExcluirO cidadão que defende político é de uma classe ímpar de cornos.
ResponderExcluirMas o cidadão que defende político mau educado, pq eles vivem de mamar na nossas custas, o mínimo é fingir que trata o povo bem, e esse aí tratava todo mundo mal, inclusive chamou os amigos de 8 de janeiro de idiotas... enfim, o cara que defende o tipo de gente como o Bolsonaro é, deveria fazer parte dos que sumiram no estalar de dedos de Thanos!
Quem defende político é corno sim!
QUEM DEFENDE BOLSONARO É O CORNO QUE GOSTA DE OLHAR A MULHER DANDO O TOBA!
Não entendo pessoas ficarem festejando por colarem um inocente na cadeia.
ResponderExcluirMas, o País tá desse jeito inocente na cadeia e marginal na rua.
Pra quem gosta de ser roubado tá ótimo.
Foi encarar o sistema corrupto querendo mudar o Brasil,se fudeu
ResponderExcluirEsse país mantém honesto que salve , já é a nossa cultura, CORRUPÇÃO
ResponderExcluirPrefeito Marão a minha na sua mão,bolsonaro interromper até o talo
ResponderExcluirPara os que estão comemorando vários inocentes na cadeia com certeza comemora bandidos na rua, não se queixem depois que provar da sua comemoração.
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