quarta-feira, 25 de março de 2026

ALERTA NAS ESCOLAS: Bullying cresce na Bahia e atinge 4 em cada 10 adolescentes, aponta IBGE

O cenário da convivência escolar na Bahia apresenta dados preocupantes segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE. O levantamento revela que 37,7% dos adolescentes baianos, com idades entre 13 e 17 anos, afirmaram ter sofrido bullying nas instituições de ensino, o que equivale a quase quatro em cada dez estudantes. O índice demonstra um crescimento em comparação a 2019, quando o registro era de 34,1%, colocando a Bahia como o quarto estado com o maior aumento proporcional desse tipo de violência no país, atrás apenas de Roraima, Amazonas e Rio de Janeiro.

Em Salvador, a tendência de alta acompanhou os indicadores estaduais, saltando de 35,6% para 38,3% no mesmo período. De acordo com os dados, as estudantes do sexo feminino continuam sendo as principais vítimas: na capital baiana, 42,4% das jovens relataram episódios de intimidação, enquanto entre os rapazes o índice foi de 34,4%. Outro ponto de destaque na pesquisa é que a incidência de bullying é mais frequente na rede particular de ensino do que na rede pública. Na Bahia, 40,2% dos alunos de escolas privadas sofreram bullying recentemente, frente a 37,2% na rede pública, uma diferença que se torna ainda mais acentuada em Salvador, onde os percentuais chegam a 41,7% e 36,9%, respectivamente.

Quanto às motivações para os ataques, a aparência física permanece como o principal gatilho para a humilhação entre os jovens. Na Bahia, 32% das vítimas indicaram traços do rosto ou cabelo como o motivo das agressões, enquanto 26% apontaram a aparência do corpo. Em âmbito nacional, o Macapá lidera o ranking de capitais com maior ocorrência de bullying, atingindo 46% dos escolares, enquanto Natal registra a menor proporção, com 34,2%. Os especialistas reforçam que o aumento desses índices acende um sinal de alerta para pais e educadores sobre a necessidade de estratégias mais eficazes de acolhimento e combate à violência sistemática no ambiente educacional.

7 comentários:

  1. A verdade é que os jovens tão tudo afundado nos malefícios da tecnologia.,e ainda,pais criando seus filhos cheios de babaquices...é por isso que tão tudo assim.,FRESCOS!!!
    Na minha época ninguém nos chamavam pelo nome só pelo apelido e tudo bem!!
    E ainda tem o povo que inventa doença e nomes pra elas.ahhhhh!!! Vão se lascar rebanho de frouxos doentes!!!!!!!
    Geração tooodaaa doente!!!

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  2. Tenho filho autista, vivo minha vida pra ele!
    Educo e ensino tudo, o trato igual uma criança sem spectro, deixando ele ter a maior autonomia possível!
    Ele ainda é uma criança e se relaciona bem com os coleguinhas!
    Mas se na adolescência ele sofrer algum abuso, passar por situações constrangedoras por outros adolescentes, que não tem educação em casa, ou mesmo por adultos... podem acreditar, que essa ou essas pessoas vão sofrer... Na covardia mesmo, intocado, pra ninguém nunca descobrir!

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  3. Esses engraçadinhos estão necessitando de educação doméstica urgente, se não resolver, um bom pisa resolve.

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  4. Esses engraçadinhos estão necessitando de educação doméstica urgente, se não resolver, um bom pisa resolve.

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  5. É o Governo do Amor. !

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  6. Tenho filha autista e com um retardo mental leve.
    Tive que tirar ela da escola por conta de alunos mal educado
    que vivia mangando da aparência dela, ela chora muito.
    E isso me doía muito, agente tenta dar uma vida a essas crianças e o que vemos
    são crianças sedo malvada com o próximo.
    Aí agente fala com a direção da escola ficam abafando o caso.
    Colocaram ela pra uma série sem saber nada.
    E uma professora me disse que ficava com pena porque ela só ia por ir.
    Aí não contrata monitora pra essas crianças e ficam sem ajuda.
    As autoridades deveriam autorizar os pais a contratar os próprios cuidadores
    dessas crianças. Mas eles não se importa com os filhos de pessoas de baixa renda né. Eles tem que fiscalizar todas as escolas e ouvir os pais pra saber o que as crianças passam em sala de aula. Minha filha quando fala de escola chora de tanto trauma que passou .E essas pessoas que não tem amor a uma criança com deficiência cuidado com a lei do retorno de Deus ele tarda mais não falha.

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