terça-feira, 10 de março de 2026

Avanço no Congresso: Projeto que regulamenta chocolate no Brasil ganha novos contornos após pressão do setor produtivo baiano

A produção de cacau no Brasil está prestes a vivenciar uma transformação histórica em suas normas de composição e comercialização. O Projeto de Lei nº 1769/2019, que estabelece diretrizes rígidas para a rotulagem de chocolates e derivados, recebeu modificações estratégicas após uma intensa articulação do Governo da Bahia junto ao Congresso Nacional. O texto atualizado agora reflete as demandas reais de quem está na ponta da cadeia produtiva, garantindo que a legislação seja, ao mesmo tempo, rigorosa para o consumidor e viável para o produtor.

O movimento de ajuste na proposta foi liderado pelo deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA), que serviu como ponte entre o Senado e as entidades cacaueiras. Entre as principais alterações, destaca-se a precisão técnica na definição de “sólidos totais de cacau”, um fator determinante para garantir a qualidade do produto final nas prateleiras. Além disso, a proposta abraça uma tendência de mercado ao substituir a nomenclatura “chocolate amargo” por “chocolate intenso”, termo considerado mais preciso para descrever produtos com alta concentração do fruto.

A transição para as novas regras também ganhou um fôlego necessário. O texto agora prevê um prazo de 360 dias após a sanção presidencial para que as indústrias adequem suas linhas de produção, embalagens e rótulos. Esse período de carência foi uma reivindicação central para evitar prejuízos logísticos e permitir que pequenos e grandes fabricantes se ajustem sem sobressaltos financeiros.

De acordo com Jeandro Ribeiro, diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), o progresso da matéria é fruto de uma agenda prioritária estabelecida pelo governador Jerônimo Rodrigues. O esforço conjunto contou com o apoio fundamental da deputada federal Lídice da Mata e do senador Zequinha Marinho, consolidando uma frente parlamentar dedicada a fortalecer a identidade do cacau brasileiro e elevar o padrão dos produtos derivados consumidos no país.

11 comentários:

  1. O grande impecilho para o pleno desenvolvimento da cacauicultura é a falta da industrialização. Assim como as demais culturas produzidas no país que são comercializadas pelo valor mínimo das "commodities", fez a produção nacional de amêndoas de cacau dependente dos "humores" dos importadores. O que o Brasil mais necessita neste momento é INDUSTRIALIZAÇÃO e HONESTIDADE. O primeiro ítem ainda é possível sonhar, quanto ao segundo...

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  2. trabalho tem 10 anos na barry de itabuna aqui precisa da vigilancia sanitaria. tudo contaminado. uma fabrica suja e cheia de chefe perseguidor. um infeno trabalha aqui

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  3. NA EPOCA DE BOZO, O QUILO DO CACAU CHEGOU A 2, 40, O QUILO , E NINGUEM RECLAMAVA DO PRECO, BASTANTE ENGRACADO,

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  4. TEM A TERRA MAS SO PENSA NO CACAU, PESSOAS DA ROCA SAI DA ROCA PRA COMPRAR TOMATE , COENTRO, CHUCHU, ABOBORA NA CIDADE, NAO TEM CORAGEM , COMBADA DE PREGUICOSOS

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  5. JA TINHA MUITA GENTE SE AJANDO RICO ,

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    1. E muitos invejosos e gananciosos procurando uma maneira de tomar essa riqueza. Kkkkkkkk

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  6. VAO PLANTAR O QUE COMER, CAMBADAS DE PREGUICOSOS

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    1. (13:02, 13:07, 13:11, 13:13) Você é um corno petralha, vagabundo, um canalha parasita que vive às custas das esmolas que o Ladrão e os quadrilheiros petralhas retiram do suor dos trabalhadores. Certamente és um desses bandidos que adoram invadir propriedades alheias e roubar o que outros produzem. Tome vergonha vagabundo criminoso e tome tento para seus atos criminosos pois o mundo está sendo mudado à base de TOMAHAWKS e os que não se enquadram descem para o descanso eterno no vale infernal do reino de Belzebu.

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  7. Propaganda na cara dura do governo horrível.

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  8. ELES JA ESTAVAM SE SENTINDO RICOS, SEU OTARIO FILHO DO DEMONIO NA EPOCA DO BANDIDO BOZO SEU OTARIO O CACAU CUSTAVA 2, 40, O QUILO, TA ESQUECIDO SEU IDIOTA DO CARALHO,

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