A redação do nosso portal tem recebido, diariamente, uma série de denúncias graves de moradores de diversos bairros de Itabuna contra a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (EMASA). Os relatos, enviados através do nosso WhatsApp, apontam para dois problemas críticos: a péssima qualidade da água que chega às torneiras e o desabastecimento prolongado que já dura semanas em algumas localidades.
Água com "cheiro de podre" e gosto ruim no Jorge Amado
Moradores do bairro Jorge Amado e do Condomínio Itapuã relataram uma situação insuportável desde o último fim de semana. Segundo os internautas, a água enviada pela empresa apresenta um odor forte e um gosto desagradável, tornando-a inutilizável para o consumo básico.
"A água veio fedendo, não dá para cozinhar nem beber de tão forte que está. Até para fazer um café não dá", desabafou uma moradora. Outro relato confirma a mesma situação: "Está com gosto ruim e mau cheiro. Não dá para fazer comida, nem tão pouco beber".
Deserto nas torneiras: Fonseca e Novo São Caetano sofrem com a seca
Enquanto uns reclamam da qualidade, outros sofrem com a ausência total do serviço. No bairro Fonseca e no Novo Fonseca, a população denuncia estar há 20 dias sem uma gota de água. A situação é ainda mais delicada para famílias que possuem idosos em casa. Segundo os moradores, a EMASA informou que não há previsão para a normalização, embora as contas de consumo continuem chegando pontualmente.
A situação é ainda mais crítica na Rua A, no bairro Novo São Caetano. Uma moradora enviou um vídeo à nossa redação comprovando que o desabastecimento no local já ultrapassa um mês. "Está tudo seco", lamentam os residentes que precisam recorrer a métodos improvisados para realizar a higiene básica.
Falta de Respostas
A população de Itabuna cobra uma posição urgente da EMASA e da Prefeitura Municipal. O sentimento geral é de desrespeito, uma vez que o pagamento das taxas é exigido mensalmente, mas o serviço essencial não é entregue com a qualidade e regularidade necessárias.
Nossa equipe de reportagem deixa o espaço aberto para que a EMASA se manifeste sobre o cronograma de manutenção e as medidas para solucionar o problema do mau cheiro na água distribuída no Jorge Amado.




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