Os monitores de ressocialização que atuam no Conjunto Penal de Itabuna decidiram romper o silêncio e divulgaram uma contundente carta aberta direcionada à sociedade, às autoridades constituídas e ao Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. No documento, a categoria denuncia um cenário alarmante de esgotamento físico e mental, perseguições internas e a exposição constante a riscos de morte sem o devido amparo institucional. Os trabalhadores descrevem uma rotina insustentável, agravada por uma redução severa no quadro de funcionários que sobrecarrega os que permanecem, resultando em um ambiente de medo e adoecimento coletivo.
De acordo com o relato dos profissionais, embora não possuam o status legal de policiais, são eles quem sustentam as engrenagens mais perigosas da unidade prisional. A carta detalha funções de altíssimo risco executadas diariamente, como a realização de revistas em pavilhões e pertences de visitantes, a retirada de materiais ilícitos em esgotos dentro das celas e a condução de internos para atendimentos diversos. Um dos pontos mais críticos denunciados é a exposição direta: os monitores afirmam que entram nos pavilhões com o rosto descoberto, sem máscaras ou balaclavas, tornando-se alvos fáceis de reconhecimento e possíveis represálias por parte dos detentos, tudo isso sem portar armamento ou contar com proteção especial do Estado.
Além do risco iminente à integridade física, os monitores denunciam o que classificam como assédio moral e perseguição por parte de policiais penais recentemente lotados na unidade. Segundo o documento, estariam ocorrendo insinuações veladas de que os monitores teriam participação na entrada de materiais ilícitos, acusação que a categoria rebate com indignação, lembrando que são justamente eles os responsáveis por localizar e apreender tais objetos sob condições precárias. Somado a isso, os trabalhadores enfrentam uma crise financeira severa devido a um novo plano de saúde com taxas de coparticipação consideradas abusivas, que chegaram a consumir quase a totalidade do salário de alguns funcionários neste mês, sob o silêncio da empresa cogestora.
Diante do que chamam de tratamento "descartável", os monitores de ressocialização alertam que a categoria já discute seriamente a possibilidade de uma paralisação das atividades por instinto de sobrevivência. O grupo apela por uma intervenção direta do Governo do Estado para que cesse as perseguições, garanta condições dignas de trabalho e reconheça o caráter essencial e perigoso das funções que desempenham. A carta encerra com um tom de urgência, destacando que, apesar do temor de retaliações por tornarem as denúncias públicas, o silêncio diante de tantas irregularidades tornou-se uma ameaça maior do que a própria exposição dos fatos.
Por: Jefferson Teixeira


FORA QUE OS DETENTOS ESTÃO TRABALHANDO E NÃO ESTÃO RECEBENDO O SALÁRIO. É DESSA FORMA QUE QUE QUEREM QUE SAIAM DO CRIME ? DECIDEM TRABALHAR MAIS TEM MESES SEM RECEBER O SALÁRIO!!!!!!
ResponderExcluirO bicho tá pegando
ResponderExcluirSe a coisa no presídio tá feia imagine aque fora é certo rolar morte car fora
ResponderExcluirÉ AGENTE TRATANDO VISITA MAL, É UMA DESORGANIZAÇÃO PARA ENTRAR. NO SOL A COMIDA AZEDA. TEM PESSOAS IDOSAS QUE VÃO VER SEUS FILHOS CHEGAM A PASSAR MAL. UM DESRESPEITO COM A VISITA E AINDA QUEREM FALAR DE ROUPA E SANDÁLIA COMO SE TODO MUNDO TIVESSE DINHEIRO PARA COMPRAR ROUPA E SANDÁLIA. TEM GENTE QUE NÃO TEM CONDIÇÕES VÃO COM OQ TEM. NEM O SALÁRIO DOS DETENTOS QUE TRABALHAM ELES ESTÃO PAGANDO. ESSE PRESÍDIO TÁ UM CAOS .
ResponderExcluirA guerra vai estralar sigura
ResponderExcluirEsse presidio aí dentro tá um barril de polvora
ResponderExcluirNão vejo comentários nas notícias
ResponderExcluirEsses cara aí vai fazer a guerra voltar com tudo
ResponderExcluirJovens mantenham uma vida correta, imagina você em um local desse respirando Forébis todos os dias... ser honesto é a melhor forma de se viver.
ResponderExcluirO pavilhão do 2 aí tá lotado em vai transferência
ResponderExcluirLamentável que essa gestão tanto dos gerentes Yuri Martins e Nilman Oliveira e do diretor atual também totalmente omisso sem comprometimento, perdido na função. Está na hora do MPTE agir e defender esses guerreiros que são humilhados, perseguidos, ameaçados e sofrem assédio. Uma vergonha.
ResponderExcluirEssa denúncia aí é falcatrua, algum policial Penal disfarçado que fez a denúncia pra expandir a categoria deles...
ResponderExcluirO DIRETOR É UM FRUSTADO CAIU DO POSTO QUE ESTAVA DE DIRETOR GERAL E VEIO ACABAR COM A COOGESTAO EM ITABUNA, SEM CONTAR QUE O VICE É IRMAO DE DIEGO PITANGA POLITICO INFLUENTE QUE ESTA EM SALLVADOR , POREM. NO PRESIDIO ESTA TOTALLMENTE QUEIMADO , ELE COLOCOU O IRMAO PARA PARTICIPAR DESSA SESSAO DE TORTURA PSICOLOGICA DENTRO DA UNIDADE ! YURI POBRE COITADO , OU FAZ O QUE RLE MANDA OU É MANDADO EMBORA , COORDENADOR DE SEGIRANCA, SO FAZ DOCUMENTO, CUMPLICE DISSO TUDO!! TOMARA QUE OS FUCIONARIOS PAREMESMO E OS PREDOS TAMBEM !ESSES TIRANOS TRM QUEM SEREM EXPULSOS DE ITABUNA.
ResponderExcluirESQUECEMOS DE FALAR SOBRE A FALTA DE ÁGUA MINERAL, PASSAMOS UM PLANTAO EXAUTIVO DE 12 HORAS SEM AGUA PARA BEBER, OU SE QUISER PODE CONSUMIR A AGUA DA TORNEIRAS.
ResponderExcluirO pavilhão do b tá vaziu
ResponderExcluirPior lugar pra se morar
ResponderExcluirOs cara vai mandar lombrar car fora viu
ResponderExcluirVcs fica nessa aí de paz igou só vcs mesmo viu
ResponderExcluirBinho mandou lombar a guerra
ResponderExcluirAí não vai demorar de ter uma rebelião vai ser muita morte
ResponderExcluirQual o salário de um agente penitenciária emnutabjna
ResponderExcluirTrabalhei por três anos nesse presídio e posso dizer que nada do que está acontecendo é novo. O tais agentes que sao os linhas de frente para que tudo ocorra bem dentro da unidade nunca tiveram valor e valorização, antes humilhados até mesmo na hora de buscar um atendimento na enfermaria, tendo que assinar um monte de papel ate para pegar um analgésico. A tal geop quando chegava na unidade era com uma arrogância tratando os colaboradores como bandidos e a socializa por sua vez nunca acionou o estado para rever esses abusos.
ResponderExcluirPresídio é um pedaço do inferno
ResponderExcluirA coisa tá feia e dona do monitoramento GG encurralando as colegas e o geop que tá parecendo o golpe e diretor com ordens absurdas e descontos abusivos muitos passando quase fome ninguém pode levar sua merenda ou comida muitos doentes fica parecendo que pro geop e pra polícia penal que nos.e que somos bandido cadê que eles fazem o nosso trabalho de abrir cadeia levar interno fazer revista de rosto descoberto cadê não vai agora fica tirando.onda de gostosos em cima.da classe trabalhadora se fosse tudo exemplo muitos.deles.naomiam presos por.corrupcao se fossem os.melhores.agente sabe que tem alguns bandidos que quer jogar a reputação deles debaixo do tapete e quer suja os monitores mais uns quase uma.oreso.outros.fo4am e tão.na.maior.onda lá.pagando.de.certo
ResponderExcluirQuem é essa galega do pau caido manda ela pro novo horizonte lá tem muito homem solteiro
ResponderExcluirO Conjunto Penal de Itabuna, localizado no interior da Bahia, é mais um retrato das dificuldades estruturais e humanas que atingem o sistema prisional brasileiro. Embora seja uma unidade destinada ao cumprimento de penas em regime fechado e semiaberto, além de abrigar presos provisórios, a realidade enfrentada por quem vive e trabalha ali vai muito além da função institucional descrita nos documentos oficiais. �
ResponderExcluirBahia Serviços
Atualmente, a direção da unidade está sob responsabilidade de José Fabiano Barbosa Carvalho, tendo como diretor adjunto Bruno Joaquim Pitanga dos Santos. � Esses nomes representam a gestão formal do presídio, mas a realidade operacional revela desafios que vão muito além da administração cotidiana.
Bahia Serviços
Um dos principais problemas relatados é a precariedade estrutural e operacional do sistema. Como em muitas unidades prisionais do país, há indícios de superlotação, desgaste físico das instalações e insuficiência de recursos humanos e materiais. Isso cria um ambiente de constante tensão, onde tanto internos quanto profissionais convivem sob pressão permanente.
Nesse contexto, os agentes penitenciários — hoje também chamados de policiais penais — são diretamente impactados. Eles enfrentam jornadas exaustivas, risco constante à integridade física e uma sobrecarga de funções. Na prática, não exercem apenas a segurança: muitas vezes assumem papéis que deveriam ser de assistentes sociais, psicólogos, mediadores de conflitos e até gestores improvisados de crises internas.
Essa acumulação de responsabilidades, somada à falta de estrutura adequada, tem gerado um quadro preocupante de adoecimento psicológico entre os profissionais. Ansiedade, estresse crônico e esgotamento emocional se tornam comuns em um ambiente onde o perigo é constante e o suporte institucional nem sempre acompanha essa realidade. A pressão psicológica é agravada pela sensação de desvalorização e insegurança no exercício da função.
Outro ponto crítico frequentemente mencionado é a questão salarial. Atrasos no pagamento ou inconsistências nos repasses impactam diretamente a vida dos servidores, que já lidam com uma das profissões mais arriscadas do serviço público. Trabalhar sob risco diário, sem a garantia de estabilidade financeira básica, aprofunda ainda mais o sentimento de abandono por parte do Estado.
Além disso, o ambiente prisional exige preparo técnico, suporte emocional e condições mínimas de trabalho — fatores que, quando ausentes, aumentam o risco de conflitos internos, rebeliões e outras situações extremas. O agente penitenciário, nesse cenário, acaba sendo o elo mais vulnerável entre o Estado e a população carcerária.
Portanto, a situação do Conjunto Penal de Itabuna não deve ser vista como um problema isolado, mas como parte de uma crise estrutural mais ampla do sistema prisional. Melhorias nas condições físicas da unidade, valorização dos profissionais, pagamento em dia e suporte psicológico adequado são medidas essenciais para garantir não apenas a dignidade dos trabalhadores, mas também a segurança da sociedade como um todo.
Ignorar essa realidade é permitir que um sistema já fragilizado continue adoecendo aqueles que estão na linha de frente — homens e mulheres que, diariamente, enfrentam riscos extremos para manter a ordem dentro de um ambiente que, por natureza, exige muito mais do que simplesmente vigilância.
nos monitores estamos cansados de ser maltratando e ganhar um salário mínimo colocando nossa vida em risco e sendo acusado de bandido pela polícia penal
ResponderExcluirUma enorme falta de respeito, temos um sindicato omisso, patronal, o senhor Madruga só diz bobagens, fala coisas com coisas e nada faz pela categoria, salário sem reajuste, praticamente um salário mínimo, um absurdo pra quem arrisca sua vida tanto no exercício da função, como tbm fora dela, condições precárias, falta o básico, água pra beber, alimentação de qualidade, sem contar que fomos proibidos de poder levar nosso próprio alimento, ordens da nova direção, o arrogante Yuri nada faz, toda a direção da empresa se cala, nada faz pelos funcionários, muito pelo contrário, só perseguição, até as permutas foram tiradas, descontos abusivos, impossível cuidar da saúde física e mantal usando o plano, pelu SUS muito pior, pedimos Socorro, ressalto meu respeito à todos os monitores, que mesmo em meio às dificuldades exercerm sua função com respeito e profissionalismo. Se nada mudar, vamos parar tudo.
ResponderExcluirTá feia a coisa
ResponderExcluirVai parar tudo
ResponderExcluirAs mulheres casada que trabalham aí dá muito corno nos marido tem até presos que come elas todo mundo ai sabe pega a visão seus boi tira as mulheres de vcs desse lugar manda os policia colocar as puta deles lá pros preso cumer
ResponderExcluirPior emprego que tem é esse daí agente penitenciário
ResponderExcluirArriscar a vida pelo um salário Zinho de merda
ResponderExcluirNão confundam:Esse comentário gigante ai tá dizendo que somos chamados de policiais penais(NEGATIVO POLICIAL PENAL, E GEOP são os concursados. Aqueles que pegam a ponga em nosso trabalho pesado e não reconhecido. Fazemos o grosso e ELES aparecem na mídia.
ResponderExcluirO que estamos presenciando é um jogo político extremamente perigoso para a sociedade. De um lado, a disputa entre o modelo de cogestão e a atual gestão da Polícia Penal, que busca reconhecimento e ascensão. O risco é que, para acelerar esse processo, desmonte-se o projeto de ressocialização existente no conjunto penal, partindo da premissa de que a Polícia Penal seria puramente repressiva e não ressocializadora.
ResponderExcluirÉ lamentável ver projetos premiados nacional e internacionalmente serem descartados. Quem perde é a sociedade. Onde mais vemos internos frequentando faculdade, escrevendo livros e adquirindo valores para retornar recuperados ao convívio familiar?
Toda a sociedade deve ficar alerta para evitar que a criminalidade retorne aos índices de outrora, com altos números de homicídios e roubos de celulares dominando nossas ruas. A criminalidade não escolhe classe social; ela simplesmente vitima.
Portanto, é urgente chegar a um consenso que garanta a ordem pública (função da Polícia) e a dignidade do interno (foco da ressocialização via cogestão). Sem esse equilíbrio, a sociedade pagará um preço altíssimo.
ELES NÃO ESTÃO PAGANDO NEM O SALÁRIO DOS PRESOS QUE ESTÃO PROCURANDO UMA MELHORA E TRABALHANDO LÁ DENTRO.
ResponderExcluirIremos parar , isso já está decidido!
ResponderExcluirQue sirva de aviso aos internos e visitas, é preciso compreensão
Os policais penais os geop so vao pra o presidio de itabuna dormir so espera os monitores abrir as cela e vao dormi acorda meio dia almoca vao dormi nao fazem nada e so ficam fora com o rosto coberto
ResponderExcluirAté que enfim a categoria acordou trabalho a mais de 10 anos aí e nunca vi os agentes serem respeitados sempre trabalhando oprimido tendo que aceitar tudo e calado sem reconhecimento algum ! Mais agora tá impossível de trabalhar neste local ficamos sem aumento salarial a anos quando aumenta é 130 reais, estamos proibidos de levar nossos alimentos e somos obrigados a comer comida aita em gordura,além de ganhar pouco eles ainda tratam de d scontar um plano que nunca foi cobrado nada agora de uma hora pra outra sem aviso prévio descontar até 1.700 de um cidadão que ganha só 2.000 e ai como vai comer com 3000 reais? Atenção autoridades e empresa os agentes do presídio de Itabuna pede socorro por favor nos ajude pois não temos quem nos defendam pois o sindicato é inexistente e nada faz por nois saímos de casa sem a certeza de vermos as nossas famílias novamente merecemos um mínimo de respeito e reconhecimento
ResponderExcluirAinda temos Jesuíta que gosta de encurralar os funcionários, e a direção faz vista grossa para isso, quero ver quando os caras de nova ferradas souber que ela tá aprontando até mesmo com eles e as mulheres deles ali naquele monitoramento.
ResponderExcluirSalário incomparável com a função. Assédio moral recorrente por patrões e colegas de trabalho que se acham melhores . Desvio de função e etc ... Tudo isso sem poder provar. Pq os próprios colegas não colaboram . A regra é aceita ou rua.
ResponderExcluirO período que trabalhei nesse lugar. Foi a pior experiência que tive . Não guardo nada de bom. Ainda bem que sair .
ResponderExcluirÉ impossível não expressar indignação diante da realidade que nós, trabalhadores da Socializa, enfrentamos diariamente. Somos submetidos a uma alimentação de baixa qualidade, recebemos salários defasados — sem qualquer reajuste há tempos — e ainda convivemos com uma clara inversão de valores dentro da empresa, onde o trabalhador parece ser tratado como peça descartável.
ResponderExcluirA sobrecarga de trabalho só aumenta. Com o grande número de demissões e a falta de reposição das vagas em aberto, somos obrigados a acumular funções, muitas vezes sem preparo, sem apoio e sem qualquer reconhecimento. O resultado é desgaste físico e emocional constante.
Para piorar, surgem descontos no salário relacionados a planos que ninguém sabe explicar direito. Não houve transparência, não houve comunicação clara, e o RH simplesmente não apresenta justificativas plausíveis ou coerentes. Isso gera revolta e insegurança.
Enquanto isso, vemos a direção e a gestão investindo em reformas superfaturadas e encenando uma falsa narrativa de ressocialização para o público externo. Na prática, quem está na linha de frente — os monitores — não recebe o mínimo de valorização ou respeito.
É preciso falar sobre isso. É preciso expor essa realidade.
É impossível não expressar indignação diante da realidade que nós, trabalhadores da Socializa, enfrentamos diariamente. Somos submetidos a uma alimentação de baixa qualidade, recebemos salários defasados — sem qualquer reajuste há tempos — e ainda convivemos com uma clara inversão de valores dentro da empresa, onde o trabalhador parece ser tratado como peça descartável.
ResponderExcluirA sobrecarga de trabalho só aumenta. Com o grande número de demissões e a falta de reposição das vagas em aberto, somos obrigados a acumular funções, muitas vezes sem preparo, sem apoio e sem qualquer reconhecimento. O resultado é desgaste físico e emocional constante.
Para piorar, surgem descontos no salário relacionados a planos que ninguém sabe explicar direito. Não houve transparência, não houve comunicação clara, e o RH simplesmente não apresenta justificativas plausíveis ou coerentes. Isso gera revolta e insegurança.
Enquanto isso, vemos a direção e a gestão investindo em reformas superfaturadas e encenando uma falsa narrativa de ressocialização para o público externo. Na prática, quem está na linha de frente — os monitores — não recebe o mínimo de valorização ou respeito.
É preciso falar sobre isso. É preciso expor essa realidade.
TEM UM TAL DE CAMPOS AÍ QUE E TALARICO
ResponderExcluirTAMO NA VIZÃO EM VC
PEGA A VIZAO TALARICO
GOSTA DE KEXAR MULHER CASADA
CAMPOS TALARICO
ResponderExcluirTAMO SABENDO DA SUA CAMINHADA