terça-feira, 26 de maio de 2026

Seis das nove vítimas de trágico acidente entre ônibus e carreta em Minas Gerais são baianas

A grave colisão envolvendo um ônibus interestadual e uma carreta na rodovia BR-251, em Minas Gerais, resultou na morte de nove pessoas, sendo que seis delas eram de origem baiana. A trágica informação foi oficialmente confirmada pelas autoridades locais nesta segunda-feira (25). O violento acidente automobilístico aconteceu no último domingo (24), em um trecho da rodovia que compreende o município de Santa Cruz de Salinas, situado no Norte de Minas. Além dos óbitos confirmados, outras nove pessoas sofreram ferimentos de gravidades variadas e foram socorridas às pressas para unidades hospitalares localizadas na região.

De acordo com o levantamento do itinerário dos veículos, o ônibus de passageiros havia partido de São Bernardo do Campo, em São Paulo, e tinha como destino final a cidade de Aracaju, em Sergipe. Já a carreta realizava o trajeto interestadual entre Fortaleza, no Ceará, e Piracicaba, no interior paulista. Entre as vítimas baianas identificadas pelas equipes de resgate e peritos criminais está um casal da terceira idade: o mestre de obras Leôncio de Jesus Dias, de 80 anos, e a dona de casa Marinalva de Jesus Dias, de 61 anos. Familiares relataram que ambos nasceram na Bahia, mas residiam em Campinas (SP) há 45 anos, e viajavam no coletivo com destino ao município de Irajuba, no sudoeste baiano, onde possuíam uma propriedade residencial.

As outras quatro vítimas fatais do estado da Bahia pertenciam à mesma família e eram todas naturais da capital, Salvador. Trata-se da jovem Juliana Catarine de Oliveira Lisboa, de 28 anos, de seus dois filhos, Renan de Oliveira Lisboa, de apenas 11 meses de vida, e Enzo Gabriel Maltez de Oliveira Lisboa, de 5 anos, além do sobrinho dela, o garoto João Victor de Souza Oliveira, de 9 anos. Até o momento, as investigações não apontaram os motivos que levaram a mãe, os filhos e o sobrinho a realizarem a viagem no coletivo. Detalhes sobre os sepultamentos e os translados dos seis baianos ainda não foram divulgados, e os corpos seguiam custodiados no Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos de necropsia.

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