Uma grande operação da Polícia Federal (PF), deflagrada na manhã desta quinta-feira (28), desarticulou uma organização criminosa especializada na fabricação clandestina e distribuição de cigarros ilegais, além de lavagem de dinheiro no estado da Bahia. Batizada de "Operação Nébula", a ofensiva cumpre ordens judiciais simultâneas em quatro estados do país, resultando no bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões em bens e contas bancárias dos envolvidos, além da prisão preventiva de três suspeitos de integrar o esquema.
O trabalho investigativo teve início a partir de apreensões de grande impacto realizadas em novembro de 2024, quando as forças de segurança localizaram carregamentos de cigarros clandestinos, insumos para produção e maquinários de porte industrial ocultos em galpões nas cidades de Feira de Santana, São Gonçalo dos Campos e Cruz das Almas, localizadas no interior baiano.
De acordo com os relatórios da Polícia Federal, o grupo utilizava uma sofisticada rede composta por empresas de fachada, contas bancárias abertas em nome de terceiros e intensas movimentações de valores em espécie, estratégias adotadas especificamente para mascarar a origem ilícita do dinheiro obtido com a venda do tabaco irregular.
A corporação apontou que os investigados estruturaram uma cadeia logística bem definida que englobava desde a fabricação e o armazenamento das mercadorias até a distribuição interestadual dos cigarros contrabandeados. Para consolidar os lucros, parte do montante arrecadado com o comércio clandestino era inserido no mercado financeiro formal por meio de técnicas de lavagem de capitais, com o claro objetivo de ludibriar os órgãos de fiscalização e dificultar o rastreamento dos recursos financeiros por parte das autoridades.
Além dos mandados de prisão, os agentes federais saíram às ruas para cumprir sete mandados de busca e apreensão direcionados a endereços residenciais, comerciais e à apreensão de veículos nos estados do Paraná, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Com o andamento dos procedimentos legais, os alvos da apuração poderão responder formalmente perante o Poder Judiciário pelos crimes de organização criminosa, contrabando qualificado e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal comunicou que as equipes continuam em campo realizando diligências complementares para dar fiel cumprimento a todos os mandados expedidos pela Justiça.




O "minino Mulinha", o fenomenal filho do "MULLADRÃO", o Boi Velho Ladrão, o famoso Corno de Franga de Granja a que Esbanja, também conhecido por levar a sua galinha para furunfar com os comedores internacionais. O que espanta é a forma como essa FAMÍLIA de ladrões consegue passar despercebida mesmo roubando bilhões de reais. Mesmo que você seja um jumento desprovido de cérebro, mesmo assim, não é estranha a situação da família do LADRÃO e CORNO que, com tantas roubalheiras e tantos chifres acumulados na testa de boi e nos arredores furicais (por falta de espaço na testa), não conseguem a atenção dos nossos bem remunerados policiais federais, cuja tarefa é caçar bois cornudos e ratazanas? Ah! Por favor, não tentem pensar, será um sacrifício em vão.
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