Uma mulher de 31 anos viveu momentos de terror ao ser violentamente agredida por quatro homens dentro e fora de sua própria casa, no bairro Santa Inês, em Itabuna, durante o fim de semana. Segundo relatos de testemunhas, o grupo armado com pedaços de madeira invadiu a residência e iniciou o espancamento de forma covarde, diante da filha pequena da vítima. Um dos invasores também portava uma arma de fogo.
Desesperada, a mãe da vítima tentou intervir e pediu socorro, mas os criminosos arrastaram a mulher para a via pública, onde continuaram as agressões físicas. Após desferirem diversos golpes contra a vítima, os quatro suspeitos fugiram a pé em direção à praça principal do bairro.
A mulher sofreu lesões graves por todo o corpo, incluindo um corte profundo na cabeça, além de ter vários dentes arrancados com a violência dos impactos. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e encaminharam a vítima ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Após receber cuidados médicos de emergência, ela recebeu alta, dirigiu-se à Delegacia de Polícia Civil para registrar a ocorrência e passou por exames de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna.
De acordo com as investigações preliminares, a mulher espancada é apontada como a suspeita de ter invadido o Grupo Escolar Municipal Amélio Cordier, no próprio bairro Santa Inês, e agredido uma professora da rede municipal na semana passada. Naquela ocasião, a Ronda Escolar da Guarda Civil Municipal foi acionada para conter a situação, e a professora chegou a prestar novo boletim de ocorrência por conta de ameaças subsequentes feitas pela mãe do estudante.
A Polícia Civil de Itabuna instaurou inquéritos para apurar detalhadamente os dois episódios interligados — tanto as agressões registradas contra a educadora no ambiente escolar quanto a invasão domiciliar seguida de tentativa de homicídio contra a mulher.


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