sexta-feira, 14 de junho de 2019

Ônibus circulam normalmente em Itabuna durante greve geral; Escolas e bancos aderem a paralisação

Em todo o Brasil, trabalhadores de diversas categorias cruzam os braços, nesta sexta-feira (14) contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos. Organizada pela CUT e demais centrais sindicais, a greve ganhou a adesão de bancários, professores, metalúrgicos, químicos, portuários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, trabalhadores da educação, da saúde, servidores públicos federais, estaduais e municipais, entre outras categorias que aprovaram a paralisação em assembleias.

Em Itabuna, a frota de 92 ônibus do transporte público está circulando normalmente. Os rodoviários decidiram por não pararem porque estavam em greve há 10 dias e o serviço foi normalizado somente ontem (13) ao meio-dia. Sindicalistas ligados às centrais CUT e CTB se concentram na Praça Adami, região central de Itabuna.

Por outro lado, as escolas das redes pública municipal e estadual não abriram nesta sexta. Mais de 30 mil alunos matriculados nas duas redes ficarão em casa hoje. Além disso, as agências bancárias também não estão em atividade.

8 comentários:

  1. Escolas? Sei disso não, agora mesmo é 11h, estou vendo alunos do Josué e CIOMF saindo para casa. Como hoje é sexta soltaram 30 minutos antes.

    ResponderExcluir
  2. uma prostituta poderia cobrar os R$ 50,00 pelo seu "trabalho " com boquete, dar o cú e a boceta, mais do que isso é exploração, quanto a estupro, provavelmente é saci pererê, papai noel, pastor honesto, político honesto no brasil, e dentre outros contos de invenções.

    ResponderExcluir
  3. olha o pt mostrando as unhas,

    ResponderExcluir
  4. Explique que foram escolas públicas, pois busquei meu filho no Colégio Jorge Amado, e lá tá tudo normal.

    ResponderExcluir
  5. Bancos aderem ou o sindicato obrigou a fechar as agências?

    ResponderExcluir
  6. Se já foi decretado o aumento da passagem, claro q os motoristas voltam né. Todo mundo já sabia o motivo da "greve"

    ResponderExcluir