segunda-feira, 9 de agosto de 2021

MPT pede condenação de empresa por uso de trabalho análogo à escravidão na BA

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com processo na Vara do Trabalho de Conceição do Coité, cidade a cerca de 220 km de Salvador, pedindo a condenação de uma empresa por comprar sisal de um fornecedor envolvido com trabalho análogo à escravidão.

A empresa processada é a Sisalândia Fios Naturais Ltda. As informações são do G1-BA. O MPT quer que a empresa seja obrigada a adotar medidas que previnam o desrespeito aos Direitos Humanos, principalmente à erradicação do trabalho análogo à escravidão. O órgão pede indenização coletiva por danos morais coletivos de R$ 2 milhões, a serem revertidos para o Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad).

Ainda de acordo com o MPT, a indústria de beneficiamento do sisal tem consciência das condições precárias e sub-humanas que são submetidas os trabalhadores. Com a negociação de matéria-prima com baixa concorrência, as empresas alimentam essa cadeia produtiva.

O MPT informou ainda que a Sisalândia compra, sem fiscalização, material de um fornecedor que já foi flagrado submetendo os trabalhadores a condições desumanas.

As investigações foram feitas entre os dias 13 e 20 de outubro do ano passado, nas cidades de Várzea Nova, Jacobina e Mulungu do Morro. Durante essa operação, 37 pessoas foram resgatadas, situação análoga à de escravidão.

Só em Várzea Nova, 12 trabalhadores foram resgatados. Eles eram explorados pelo dono da Fazenda Ouro Verde, que vendia sua produção para a Sisalândia.

5 comentários:

  1. É o grupo chaves e suas fazendas de cacau.
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  2. Isso aí deveria ser qualificado como crime hediondo e inanfiançável, com penas acima de quarenta anos de prisão. Cadê os canalhas petralhas e esquerdopatas que não se manifestam a favor dos escravos? Os ladrões petralhas gostam é de dinheiro e mordomia, pois são uns bandidos parasitas, safados, adoradores do Rabudo e cultivadores de galhadas na porta do furico fedorento. Vão limpar os furicos petralhões cabeças de bode! KKKKK... KKKKKK... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!

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  3. Depois fincam aí, desimpregado pedindo dinheiro e morando nas rua.
    Comunismo do inferno.

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  4. OS SENHORES DE ENGENHO CONTINUAM A OPERAR, SÓ COM OUTRA ROUPAGEM, O TEMPO MUDA A ELITE CONTINUA A EXPLORAR OS POBRES.

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