Um novo e decisivo capítulo surge nas investigações sobre a trágica morte de Maria Eduarda, a adolescente de apenas 14 anos que perdeu a vida após cair do Viaduto Catalão. Segundo informações exclusivas obtidas por fontes ligadas à autoridade policial, a Polícia Civil procedeu ao indiciamento de três profissionais de alto escalão do Colégio Status, instituição onde a jovem estudava.
As indiciadas são a diretora da unidade, a coordenadora pedagógica e a psicóloga do colégio. A decisão marca um avanço contundente no inquérito que apura as circunstâncias que antecederam a queda da menor.
Acusações de Racismo e Homofobia
Os indiciamentos não foram por negligência comum, mas por crimes graves que, segundo a tese policial, teriam sido o estopim para a tragédia. As profissionais foram indiciadas pelos crimes de:
- Instigação;
- Racismo;
- Homofobia.
A investigação aponta que essas condutas teriam criado um ambiente ou pressão psicológica tal que levaram Maria Eduarda ao episódio fatal no Viaduto Catalão. O caso gerou grande comoção em Ilhéus e levanta um debate profundo sobre o papel das instituições de ensino no combate à discriminação e no suporte à saúde mental dos alunos.
Sigilo e Próximos Passos
Por envolver uma menor de idade, o inquérito tramita sob regime de acesso restrito (sigilo). A Polícia Civil informou que a medida é necessária para garantir a proteção aos direitos da criança e do adolescente, além de preservar as garantias do devido processo legal.
Com o indiciamento, os autos do processo agora seguem para o Ministério Público (MP). Caberá aos promotores analisar as provas colhidas e decidir se:
- Oferecem a denúncia formal à Justiça;
- Solicitam novas diligências para a polícia;
- Ou requerem o arquivamento do caso.
Espaço Aberto
Até o fechamento desta matéria, a diretoria e as profissionais citadas do Colégio Status não haviam se manifestado oficialmente sobre o indiciamento. O Blog Verdinho Itabuna mantém o espaço aberto para que a instituição ou as defesas das indiciadas apresentem suas versões.
Este caso reacende o alerta sobre o impacto do preconceito no ambiente escolar. Maria Eduarda não é apenas uma estatística; sua morte cobra respostas claras das autoridades e das instituições.
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