Enquanto a maioria dos pré-adolescentes de 12 anos está focada nas descobertas do Ensino Fundamental, o jovem Bernardo Vinício Manfredini decidiu elevar o nível do seu tempo livre. Por pura curiosidade, ele se inscreveu no vestibular de uma das universidades mais concorridas do país, a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), e o resultado surpreendeu a todos: ele foi aprovado para o curso de Matemática.
A conquista, divulgada inicialmente pelo portal Terra, destaca não apenas a inteligência precoce de Bernardo, mas a leveza com que ele encarou um dos exames mais desafiadores do estado.
A ideia de enfrentar o vestibular partiu do próprio Bernardo. Apaixonado por números e exatas, ele queria entender como funcionava a dinâmica de uma prova universitária. Após a mãe, Luzia, confirmar que não havia impedimento de idade para a inscrição, o garoto foi para a sala de aula testar seus conhecimentos.
O vestibular da UERJ é conhecido por seu rigor, dividido em duas etapas:
Exames de Qualificação: 60 questões de múltipla escolha englobando todas as áreas do conhecimento.
Exame Discursivo: Redação e provas específicas (no caso dele, Matemática e outra disciplina da área).
"Quando vi o resultado, fiquei muito feliz. Isso significa que o conteúdo que eu estudei está me colocando no caminho certo", afirmou o jovem estudante com maturidade.
Pés no Chão e Foco no Futuro
Mesmo tendo resolvido as questões discursivas e garantido a vaga em um curso de nível superior, Bernardo e sua família decidiram que este ainda não é o momento de entrar na faculdade. Como ele ainda está no Ensino Fundamental, a aprovação serviu como uma poderosa validação de seu potencial acadêmico.
A mãe de Bernardo faz questão de manter a rotina adequada à idade do filho. A família informou que não pretende recorrer à Justiça para garantir uma matrícula antecipada ou acelerar a trajetória escolar do menino. O objetivo do vestibular era estritamente pedagógico e experimental.
Um Exemplo de Inspiração
O feito de Bernardo serve como um lembrete de que o interesse genuíno pelo estudo pode romper barreiras de idade. Ele encarou como "diversão" o que muitos veem como um fardo, provando que a paixão pelo conhecimento abre portas — mesmo que ele escolha atravessá-las apenas daqui a alguns anos.



Quem conheceu um menino chamado rato molhado no bairro pontalzinho em itabuna a 50 anos atrás, são,coisas que não tem quem explique.
ResponderExcluirParabéns ao jovem Bernardo, que sirva de exemplo para outros jovens.
ResponderExcluirNesse país ninguém gosta de matemática, são 45 vagas, para 30 inscritos.
ResponderExcluirEle estudou em escola pública?
ResponderExcluirO seio da família dele é saudável, o pai cumprindo seu papel de pai e a mãe de mãe?
Já sabemos a resposta.
Segundo o nosso grande e competentíssimo Ladrão Corno de Galinha, o famoso Barba Chifres Podres, o Ladrão Pudim de Cachaça Descondenado, "POBRE não nasceu para ESTUDAR, pobre nasceu para TRABALHAR e vegetar na miséria recebendo o BOLSA-ESMOLA MISERÁVEL"!
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