A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 superou sua primeira grande etapa legislativa ao ser aprovada na Câmara dos Deputados. Agora, a matéria segue para análise no Senado Federal, onde a expectativa é de que encontre maior resistência política e sofra intensa pressão por parte de diversos setores empresariais. O principal objetivo da proposta é estabelecer mudanças gradativas na jornada de trabalho em todo o Brasil, promovendo a redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas e assegurando, de forma obrigatória, dois dias de folga semanais para os trabalhadores.
De acordo com o texto que recebeu o aval dos deputados federais, o processo de transição para o novo modelo de trabalho ocorrerá em etapas bem definidas. Em um primeiro momento, os trabalhadores passariam a cumprir uma jornada de 42 horas por semana, já com o direito aos dois dias de descanso garantidos. Posteriormente, em um prazo de até um ano após a promulgação oficial da PEC, a carga horária sofreria a redução definitiva para as 40 horas semanais planejadas. Essa reestruturação visa beneficiar de forma direta os profissionais que atuam no comércio, na indústria e no setor de serviços, segmentos que historicamente utilizam o regime de seis dias consecutivos de labor para apenas um de descanso.
A aprovação do projeto na Câmara foi viabilizada por meio de uma articulação direta entre o governo federal e as lideranças partidárias da Casa. Os parlamentares que defendem a proposta sustentam que a mudança significa um avanço histórico nas relações trabalhistas do país, capaz de melhorar significativamente a qualidade de vida da população, mitigar o desgaste físico e mental crônico e, inclusive, impulsionar a produtividade no ambiente corporativo. Os defensores também destacam o cenário internacional, argumentando que diversas nações ao redor do mundo já adotam jornadas de trabalho reduzidas sem que isso cause qualquer tipo de prejuízo ao desenvolvimento econômico.
Em contrapartida, a PEC gera forte oposição de entidades patronais e representantes de ramos estratégicos da economia nacional. Porta-vozes da indústria, do comércio, do setor de transportes, além de proprietários de bares e restaurantes, apontam que a diminuição da jornada de trabalho tende a elevar de forma expressiva os custos operacionais das empresas. A preocupação gira em torno do aumento nas despesas com novas contratações para cobrir as folgas, o que poderia afetar severamente a competitividade dos negócios no mercado, além de gerar possíveis reflexos negativos na inflação e colocar em risco a saúde financeira e a manutenção de micro e pequenas empresas.
Na tramitação interna do Senado, o texto terá que passar obrigatoriamente por comissões temáticas antes de ser liberado para votação definitiva em plenário. Senadores alinhados aos interesses do setor produtivo já sinalizam com a possibilidade de apresentar emendas para modificar o teor da proposta ou estender o prazo estipulado para a transição das jornadas. O desfecho legislativo dependerá desse alinhamento: caso o Senado aprove a PEC sem realizar qualquer alteração, a matéria segue direto para a promulgação; contudo, se os senadores modificarem o texto, a proposta precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de votações.




Coitados dos pequenos empresários. Se uma empresa tem 2 funcionários, vai ter que demitir 1. Em alguns casos, terá que demitir os 2. Como manter funcionários trabalhando menos dias e, ainda assim, arcar com tributos, encargos e direitos trabalhistas?
ResponderExcluirOntem, um respeitável juiz do trabalho, diante do qual eu estava presente, disse: “Isso vai gerar uma grande confusão e aumentar sobremaneira a quantidade de processos trabalhistas, pois esqueceram do INSS, das convenções coletivas, dos sindicatos etc.”
Uma lei criada sem considerar a realidade de quem empreende, produz e gera empregos.
Isso é para quem não gosta de trabalhar.
O Brasil infelizmente tem a fama de dificultar a vida de empreendedores, assim firmando a informalidade, é melhor para a empresa e para o trabalhador, trabalhar de forma informal, paga menos tributo.
ExcluirSe o empresário em questão não tem condições de manter funcionários, então ele não pode empregar. Ele tem que ser funcionário, e não empresário.
Excluiré só o patrão ir trabalhar kkk simples
Excluir10 ; 30 o que "quebra " os empresários são excessos de empostos tributários... Quando você compra você paga impostos , pra vender tem icms você também paga impostos , no final ainda tem a declaração que é 27 % .
ExcluirOu seja o governo e seu sócio mesmo contra sua vontade. Kkkk
E se não paga ainda vai preso por sonegação.
Talvez se o sr trabalhasse numa casa de material de construção, descarregando cimento, seu posicionamento seria outro.
ResponderExcluirA escala 5x2 é um remodelamento de gestão dos empregados na jornada de trabalho.
Não vejo juiz, como o sr. citou, trabalhando sábado e domingo.
10 : 53 concordo com vc !!!
ExcluirOs políticos mesmo são 4 × 3 pra não fazer nada !
Eu sou a favor da escala 4 x 3 pro clt , baixar encargos tributários dos empresários no lugar dos altíssimos salários políticos...
Esses dois asnos 11:25 e 10:53 não estão aptos sequer a zurrar no idioma "asnês", então que diabo de barulho é esse? Vão comer sua ração de bosta com maconha podre, seus filhos de porca com cavalo do cão! Olha, pensando bem, esse papo está muito estranho...
ResponderExcluir6 por 1 é regime de escravidão
ResponderExcluirIsso já tinha que ter acabado há muito tempo
Na verdade só os mais fracos ainda são submetidos a esse regime
O Brasil está uma maravilha, uma parte trabalha, produz, paga impostos absurdos, uma roubalheira cruel, para sustentar a outra metade da população composta poor malandros, vagabundos, parasitas, filhos da puta preguiçosos. Até quando isso será mantido? Daqui a pouco os que estão bancando os otários vão acordar e também vão querer vegetar... Quem pagará a conta?
ResponderExcluirSempre que houver algum benefício para o pobre, haverá descontentamento da classe dominante.
ResponderExcluirEsse comentário das 10:30 deve ser de algum(a) empresário(a) que tem conhecimento da nova lei do 5x2. Empresário é sempre assim. Só chora miséria e lucra sempre. É sempre usando ameaças de demissão, que a coisa tá feia, que a inflação tá isso, aquilo, que lá fora tem muita gente precisando de empregado... mas o lucro é sempre garantido. Se não tem capacidade de ajustar os horários e dialogar com os funcionários, dando aos mesmos uma dignidade a mais na sua qualidade de vida, então não está preparado(a) para ser empregador(a).
ResponderExcluirO problema será recalculado quando ninguiém terá mais emprego, nem folga, nem salário. Somente valerá a vergonha pela idiotice dos malandros encantadores de asnos. Aonde chegamos? Nem os jumentos querem mais trabalhar?
ResponderExcluirSai daí rapaz se o cara tem capacidade de empregar ele também tem tempo para trabalhar, é simples chama os funcionários para um acordo e paga horas extras em forma de revezamento, por que muitas das vezes não tem necessidade de um estabelecimento comercial abrir com 100% dos funcionários da apara manter pagando horas 30% dos funcionários e depois só fazer o revezamento e até o patrão cair para dentro. E por que aqui o cara vende um bombom depois que vende um pacote já se acha o empresário do momento, mais quando é para gasta mais im pouco ele já acha ruim
ExcluirNos oferecerão o salario mínimo sempre ainda com descontos 1.400 nunca vir desconta locomoção para ir pro trabalho o enterece que o tralhador esteja no trabalho de verdade tem que ser do empregador, 97 faz falta bater ponto no próprio celular usar o celular pro trabalho ainda assisnar um papel altorizando pra não ficar desempregado só acho que se for pra o CLT ser escada pra realizar o sonho dos patrões pelo menos que seja justo deputados que queria se bindar tão lá de boa na escala 4 X 3 e SIM A ESCALA 5 X 2 E 7 HORAS DE TRABALHO E DUAS DE ALMOÇO
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