A manhã desta sexta-feira (12) foi marcada por uma intensa operação policial que resultou em uma morte no município de Ubatã. Um homem, apontado pelas autoridades como suspeito de envolvimento em diversos crimes graves, incluindo homicídios, tráfico de drogas e assaltos, veio a óbito após uma troca de tiros com guarnições da 61ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM).
O confronto ocorreu nas primeiras horas da manhã, na localidade conhecida como Rua H. De acordo com informações oficiais da Polícia Militar, as equipes realizavam rondas preventivas na região quando se depararam com dois indivíduos armados. Ao perceberem a aproximação da viatura, os homens não hesitaram e efetuaram diversos disparos contra os policiais. Diante da agressão, os agentes reagiram, iniciando um tiroteio. Durante a troca de tiros, um dos suspeitos acabou sendo atingido pelos disparos, enquanto o seu comparsa aproveitou o momento para fugir por uma área de mata, não sendo localizado até o momento.
O homem ferido foi prontamente socorrido pelos próprios policiais e encaminhado ao Hospital César Monteiro Pirajá, em Ubatã, na tentativa de salvar sua vida. No entanto, ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve o óbito constatado pela equipe médica de plantão pouco tempo após dar entrada na unidade hospitalar. Até o fechamento desta matéria, a identidade oficial do suspeito, que seria natural da cidade de Itagi, não foi divulgada pelas autoridades.
No local da ocorrência, as guarnições apreenderam um revólver calibre 38, utilizado pelo homem durante o ataque. Segundo informações levantadas pela Polícia Militar, a dupla estava estrategicamente posicionada na localidade com o intuito de realizar um assalto no município, frustrado pela intervenção policial. Todo o material bélico apreendido foi apresentado na delegacia local, e o caso agora segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá dar continuidade ao inquérito para identificar o comparsa que fugiu e apurar todos os detalhes do histórico criminoso da dupla.





Esses caras são otários, morrem levantando bandeira e facção.
ResponderExcluirParabéns a polícia mais um empolgado achando que o crime compensa.
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