Uma ação conjunta entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (9) para desarticular um esquema milionário de fraudes na concessão de benefícios previdenciários no sul da Bahia. A ofensiva, que marca a segunda fase da Operação Monã, investiga irregularidades na liberação de pagamentos destinados a segurados especiais indígenas. Durante os trabalhos de campo, os agentes federais cumpriram 11 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Seguro e Eunápolis, cumprindo ordens expedidas pela Justiça Federal, que determinou ainda o afastamento imediato de dois servidores públicos suspeitos de envolvimento no esquema.
De acordo com as investigações, a organização criminosa utilizava documentos fraudados e declarações ideologicamente falsas para atestar de forma fraudulenta que determinados indivíduos pertenciam a comunidades indígenas da região. Com o falso histórico de segurado especial, o grupo conseguia dar entrada e obter a aprovação irregular de salários-maternidade, aposentadorias rurais e outros proventos pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além do recebimento dos valores mensais, os investigados utilizavam os benefícios ativos para realizar a contratação de empréstimos consignados fraudulentos junto a instituições financeiras.
Para assegurar a recuperação dos recursos desviados e frear as atividades financeiras do grupo, o Poder Judiciário decretou o bloqueio de mais de R$ 1,5 milhão depositados em contas bancárias vinculadas aos principais alvos da operação, além de determinar a apreensão de um veículo de luxo. Relatórios preliminares da Polícia Federal apontam que o volume total de requerimentos suspeitos apresentados pelo bando criminoso pode ter gerado um rombo superior a R$ 100 milhões aos cofres do sistema previdenciário nacional.
Os materiais e documentos apreendidos nesta quinta-feira foram encaminhados à sede da Polícia Federal, onde passarão por análise detalhada. As apurações seguem em andamento com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos, rastrear o destino do dinheiro e mensurar a real extensão dos danos causados. Os integrantes do esquema e os beneficiários das fraudes poderão responder criminalmente por estelionato previdenciário, associação criminosa, além de corrupção ativa e passiva.



Conheço muitos que não é indígena,o cacique dava carta de índio, prá se aposenta...país de canalhas 🤪🤪🤪🤪
ResponderExcluirTem que pegar a tribo de babau
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkkkkk aquilo nunca foi indio