O processo para a obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (motos) e B (carros) passou a contar com uma nova etapa obrigatória na Bahia. O Departamento Estadual de Trânsito do estado (Detran-BA) começou a exigir a apresentação do exame toxicológico para os novos condutores desde a última terça-feira (4). A mudança decorre da Lei Federal nº 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro para expandir uma exigência que antes era restrita aos motoristas das categorias profissionais C, D e E.
A medida tem como objetivo principal reforçar a segurança viária e reduzir a ocorrência de acidentes ao identificar o consumo de substâncias psicoativas, como maconha, cocaína e anfetaminas, que alteram a capacidade de reação do condutor. A nova regra é voltada exclusivamente para o processo de emissão da primeira habilitação. Dessa forma, os condutores das categorias A e B não precisarão refazer a coleta no momento das futuras renovações do documento, mantendo-se a obrigatoriedade periódica apenas para os motoristas profissionais das categorias superiores.
O teste é realizado a partir da coleta de amostras de cabelo, pelos corporais ou unhas, material capaz de detectar o uso de drogas em um período de até 90 dias anteriores à amostragem. O candidato deve buscar laboratórios credenciados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com custos médios na Bahia em torno de R$ 120. O laudo emitido possui validade de 90 dias, motivo pelo qual o órgão de trânsito recomenda que a coleta seja feita na fase final do processo de habilitação. Em situações de resultado positivo para substâncias proibidas, o candidato fica suspenso e precisa aguardar o prazo de 90 dias para realizar um novo exame.



AI PAPAI, NÃO TEM MAIS DE ONDE TIRAR IMPOSTOS, VAMOS INVENTAR ESSA AGORA. PRECISAMOS ENCHER OS COFRES PÚBLICOS PRA ELES ROUBAREM. ENQUANTO ISSO, QUALQUER BEBADO PEGA NO VOLANTE É A PRINCIPAL CAUSA DE ACIDENTES NO TRANSITO.
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