No mês da Consciência Negra, o debate sobre políticas públicas que possam combater essa prática é ainda mais pungente. Vivenciar o racismo na infância pode levar a criança negra a problemas como rejeição da própria imagem e baixa autoestima, além de outros impactos diretos no desenvolvimento infantil.
Os dados são da publicação ” Racismo, Educação Infantil e Desenvolvimento na Primeira Infância “, lançada recentemente pelo Núcleo Ciência pela Infância (NCPI) .
Essa discussão envolve a universalização dos direitos humanos, a redução das desigualdades socioeconômicas e a qualidade da educação infantil, que agem como fatores de inibição e erradicação desse problema.
O estudo, coordenado por Lucimar Dias, pedagoga e Professora Associada da Universidade Federal do Paraná (UFPR), mostra que a educação infantil é um dos primeiros e mais importantes ambientes de socialização da criança e é nesse espaço que ocorrem as interações sociais que impactam diretamente o desenvolvimento dos pequenos. Nesse contexto, relações saudáveis podem contribuir positivamente para a aprendizagem, enquanto experiências negativas são prejudiciais.










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